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29.7.16

Acabei de Ler - Julho de 2016


Estou tentando este ano ler três livros por mês da minha estante, a fim de diminuir um pouco o volume de exemplares comprados, ou ganhados, e não lidos. Atualmente ainda tenho 167 livros nesta fila. Como vocês podem ver, este não foi um mês muito produtivo neste sentido. Mas consegui ler um livro nacional que muito me agradou.

A Verdadeira Bela [Li Mendi]


Ed. Highlands, 2013 - 159 páginas:
      Nicole está prestes a entrar para uma agência de publicidade famosa e lá enfrentará o conflito entre a auto-imagem e a visão distorcida dos seus colegas a seu respeito. A pressão psicológica que acontece com bullying nas redes sociais será vencida por um grande amor, que surge para fortalecê-la e protegê-la de todos os preconceitos. Fernando é admirado por seu dinheiro e poder, mas, no fundo, luta contra uma secreta baixa auto-estima. Com medo da própria imagem que forma no olhar do outro, ele se critica e se fecha. Até que um dia seu caminho se choca com o de Nicole e os dois aprendem juntos que o amor não é cego. Ele vê com clareza o que nem todos veem: a verdadeira beleza completa do ser amado.

Onde comprar:


Ganhei este livro em um dos encontros do clube do livro que participo, e o exemplar inclusive está autografado pela autora. Agora nas minhas férias tive oportunidade de lê-lo e confesso que esperava pouco, mas fui agradavelmente surpreendida por uma história curta, mas com muito significado. A autora escreveu um belo romance, envolto, de leve, com um pouco de espiritismo. Com várias mensagens bonitas, além de muito bom humor, Li Mendi conquista o leitor com os encontros e desencontros de Nicole e Fernando, ela, uma recém-formada publicitaria, que sonha em trabalhar na agencia True-B, ele, dono da agência, rico e famoso, mas por incrível que parece, com baixa autoestima. Os dois, através do destino, se esbarram acidentalmente na praça de alimentação de um shopping center, no dia em que Nicole, nervosa, vai fazer sua tão sonhada entrevista de emprego na True-B. E aí o leitor já é fisgado pela autora, pois o livro começa divertido. Por ser fino e de agradável leitura, acebei lendo-o numa noite. Foi o primeiro livro que li da autora e quero conhecer mais obras suas. Na página da autora é disponibilizado gratuitamente alguns de seus livros em .pdf, para quem tiver interesse, basta acessar: http://www.limendi.com.br/

Os livros abaixo também foram lidos e resenhados em julho. Clique nas capas para ler as resenhas:


Gisela Menicucci Bortoloso
Capixaba, leonina, analista de sistemas e mãe. Apaixonada por livros, sou uma leitora compulsiva e como o tempo é curto, leio em todo o lugar: esperando o elevador, dentro do ônibus, no salão de beleza... Ler é meu prazer e minha paixão!
*Sua compra através dos links deste post geram comissão ao blog!

28.7.16

A Caminho do Altar, Vol. 8 - Série Os Bridgertons [Julia Quinn]

Série Os Bridgertons - Julia Quinn
Ed. Arqueiro, 2016 - 320 páginas:
      Ao contrário da maioria de seus amigos, Gregory Bridgerton sempre acreditou no amor. Não podia ser diferente: seus pais se adoravam e seus sete irmãos se casaram apaixonados. Por isso, o jovem tem certeza de que também encontrará a mulher que foi feita para ele e que a reconhecerá assim que a vir. E é exatamente isso que acontece. O problema é que Hermione Watson está encantada por outro homem e não lhe dá a menor atenção. Para sorte de Gregory, porém, Lucinda Abernathy considera o pretendente da melhor amiga um péssimo partido e se oferece para ajudar o romântico Bridgerton a conquistá-la. Mas tudo começa a mudar quando quem se apaixona por ele é Lucy, que já foi prometida pelo tio a um homem que mal conhece. Agora, será que Gregory perceberá a tempo que ela, com seu humor inteligente e seu sorriso luminoso, é a mulher ideal para ele? 

Onde comprar:

Foi um pouco difícil para mim a leitura de um romance com o Gregory, pois ainda o via como um menininho, e não como um homem, afinal quase quinze anos se passam entre o primeiro volume da série e este, e nosso querido Gregory, que antes era um menino, tornou-se um homem, e muito parecido com seus irmãos, todos já casados.

Com sempre faz em suas obras, Julia Quinn, vai um pouco além do simples romance, ela gosta de mostrar a seu público a essência dos seus personagens, e Gregory, sendo tão mais novo que seus outros três irmãos, precisa provar a si mesmo que é auto suficiente. E como sempre, sua mãe, Violet, mostra o quanto é perspicaz e conhecedora dos problemas que afligem sua prole.

"Seus irmãos sempre o viram como um garoto. Mesmo agora, aos 26 anos, ele suspeitava que não o encaravam como um adulto. E, assim, ele não pedia ajuda. Não se colocava em nenhuma situação que pudesse precisar de alguém."

Gregory tem vinte e seis anos e acredita no amor verdadeiro, pois todos os seus sete irmãos já se casaram e todos são perdidamente apaixonados por seus cônjuges. Ele acredita que quando encontrar seu amor verdadeiro, ele imediatamente saberá. Então, ao vislumbrar a jovem Hermione Watson na festa de sua cunhada, Kate, esposa de Anthony, ele soube que tinha finalmente encontrado o amor de sua vida. Era só uma questão de tempo para corteja-la e casar-se com ela.

Gregory só não esperava que Hermione não sentisse a mesma coisa que ele, a moça achava-se apaixonada por outro rapaz. Foi aí que sua melhor amiga, Lady Lucinda, resolveu ajuda-lo a conquistar o coração da jovem. Lucy, como a chamavam, é uma jovem atraente, mas já estava acostumada a ser ignorada, quando ao lado da estonteante amiga. Ela na verdade não se importava, já que desde pequena está comprometida, por um arranjo familiar, com o visconde de Haselby.

"Nunca ocorreu a Gregory que, quando ele se apaixonasse, sua pretendida pudesse não sentir o mesmo, e com igual rapidez. Mas, pelo menos, aquela explicação - o fato de ela achar que estava apaixonada por outra pessoa - aplacava seu orgulho."

Lucy sempre foi pragmática, prudente e sensata, é uma boa garota, que faz tudo pelas pessoas que ama, quase nunca pensa somente em si mesmo. E Gregory a vê como uma de suas irmãs, com sua inteligência vivaz e seu senso de humor afiado, acreditando que Lucy pode se tornar uma boa amiga. Mas a proximidade com este charmoso Bridgerton pode causar muitos problemas ao coração desta jovem.

A qualidade do trabalho da autora e da editora se mantém neste livro, que seria o último da série, mas a Arqueiro ainda vai lançar um livro extra "E viveram felizes para sempre" que irá reunir "segundos epílogos" para os livros e um conto sobre Violet.

A família sempre foi o tema central da série Os Bridgertons, talvez seja isso que a faz tão encantadora para seus leitores, e Julia Quinn finaliza sua série com maestria, consolidando seu lugar como uma das melhores escritoras de romance de época da atualidade.

Clique sobre a capa para saber mais sobre os volumes anteriores:



 Cortesia da Editora Arqueiro
Gisela Menicucci Bortoloso
Capixaba, leonina, analista de sistemas e mãe. Apaixonada por livros, sou uma leitora compulsiva e como o tempo é curto, leio em todo o lugar: esperando o elevador, dentro do ônibus, no salão de beleza... Ler é meu prazer e minha paixão!
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27.7.16

Só Garotos [Patti Smith]

Patti Smith
Ed. Companhia das Letras, 2010 - 260 páginas:
      Crescida numa família modesta de Nova Jersey, Patti trabalhou em uma fábrica e entregou seu primeiro filho para adoção, antes de se mandar para Nova York, com vinte anos, um livro de Rimbaud na mala e nada no bolso. Era o final dos anos 1960, e Patti teve de se virar como pôde: morou nas ruas de Manhattan, dividiu comida com um mendigo, trabalhou e dormiu em livrarias e até roubou os colegas de trabalho, enquanto conhecia boa parte dos aspirantes a artistas que partilhavam a atmosfera contestadora do famoso “verão do amor”. Foi então que conheceu o rapaz de cachos bastos que seria sua primeira grande paixão: o futuro fotógrafo Robert Mapplethorpe, para quem Patti prometeu escrever este livro, antes que ele morresse de AIDS, em 1989.

Onde comprar:

Vivendo a mil, com a morte nos calcanhares

Um livro não ficcional tende a ser de leitura mais lenta, geralmente sem muitos ganchos. A leitura fica ainda mais lenta se o biografado não for alguém conhecido ou que você não seja fã. É o caso deste livro. Patti Smith me era uma completa desconhecida, que a princípio confundi com a herdeira Patty Hearst, neta de um famoso magnata da imprensa, que se apaixonou por seu sequestrador (síndrome de Estocolmo).

Passada a fase da confusão e do estranhamento, me vi diante de um livro belíssimo, uma história de cumplicidade, de amor carnal e de amor à arte – Só garotos ( Companhia das Letras, 280 páginas ) é poesia em prosa, ou seria prosa poética, não sei ao certo, mas o que importa é que é puro sentimento, com uma capa de encher os olhos.

A narrativa, algumas vezes melancólica, lembra uma elegia, testemunha a vida improvável de um casal ligado pela arte e pelas almas, um corte exposto sem sofrimento. O livro é de Patti Smith , sobre ela e o fotógrafo Robert Mapplethorpe, uma homenagem póstuma ao artista que lhe abriu o mundo artístico e lhe ensinou sobre ele. Um tributo, uma declaração de amor.

“Foi o verão em que Coltrane morreu. O verão de “The Crystal ship”. Crianças com flores erguiam as mãos vazias e a China lançava sua bomba H. Jimi Hendrix punha fogo na guitarra em Monterey. A rádio AM tocava “Ode to Billie Joe”. Havia rebeliões em Newark, Milwaukee e Detroit. Foi o verão de Elvira Madigan, o verão do amor. E nessa atmosfera mutante, inóspita, um encontro casual alterou o rumo de minha vida. Foi o verão em que conheci Robert Mappelthorpe.”

Este encontro aconteceu logo após Patti se mandar para uma Nova York fervilhante, apenas com um livro de Rimbaud na mala e sem dinheiro no bolso. Era a coragem de alguém que busca incessantemente pelo sonho, sem planos, sem destino, sem juízo, só inocência.

“Como se fosse a coisa mais natural do mundo, ficamos juntos, só saindo do lado um do outro para trabalhar. Nada foi dito; apenas mutuamente compreendido.”

A arte estava sempre em primeiro lugar, mesmo que isso custasse o pouco que tinham ou que não tinham, já que o furto era justificado e praticado em nome da arte:

“Nosso primeiro inverno juntos foi duro. Mesmo com meu salário melhor... tínhamos muito pouco dinheiro. Tantas vezes parávamos na esquina gelada da St.James Place com um olho no restaurante grego e outro na loja de materiais de arte do Jake, decidindo como iríamos gastar nossos últimos dólares – tirando na moeda dois sanduíches de queijo quente ou material de pintura. Às vezes, incapaz de ver que a fome era maior, Robert ficava olhando nervoso para o restaurante, enquanto eu, tomada pelo espírito de Genet, embolsava o necessário apontador de latão ou lápis de cor. Eu tinha uma visão mais romântica a respeito da vida de artista e dos sacrifícios. Li uma vez que Lee Krasner chegou a roubar material de pintura para Jackson Pollock. Não sei se isso é verdade, mas me serviu de inspiração. Robert se corroía por não ser capaz de nos sustentar. Eu dizia para ele não se preocupar, que o compromisso com a grande arte é a própria recompensa.”

O mundo artístico girava em torno de Andy Warhol e todos queriam ser e estar com ele. Robert não era diferente, invejava a arte de Warhol e achava que tinha qualidades superiores. A todo momento, Patti e Robert trombavam com mitos ou pessoas que se tornariam mitos:

“Pensava em como aquele saguão era um portal mágico quando a pesada porta de vidro se abriu, como que escancarada pelo vento, dando passagem a uma figura familiar com uma capa preta e escarlate. Era Salvador Dalí. Seus olhos percorreram o saguão nervosamente... Botou a mão elegante e ossuda no topo da minha cabeça e disse: “Você parece um corvo, um corvo gótico.”

Tudo isso impressionava Patti, mas não a deslumbrava. Ela era forjada para negar o status quo, uma ovelha negra pronta a explorar o mundo criado pelas imagens de Robert:

“Lembro de passar com minha mãe olhando vitrines e perguntar por que as pessoas não chutavam e quebravam aquilo. Ela disse que existiam regras implícitas de comportamento social, e que era assim que as pessoas conviviam. Lembro que na hora me senti confinada diante da ideia de que nascemos em um mundo onde tudo já foi mapeado pelos outros antes. Lutei para reprimir impulsos destrutivos e, em vez disso, trabalhei impulsos criativos. Ainda assim, a pequena inimiga das regras dentro de mim não morreu.”

Você pode não conhecer Patti Smith , como eu não a conhecia, mas ela conviveu e compartilhou da vida de quem realmente “aconteceu” nos anos 60 e 70, artistas que influenciaram e influenciam corações e mentes, seja na prosa, poesia, música, pintura, fotografia: Morrisson, Janis, Hendrix, Lou Reed, Warhol, Dalí, entre tantos outros. É o arquivo vivo de uma geração. Viveu intensamente e sentiu a tristeza de perder um pedaço de si para a AIDS:

“Partir é sempre lancinante. Eu vivia assombrada pela ideia de que se eu ficasse por perto ele sobreviveria. Mas, ao mesmo tempo, às voltas com uma resignação cada vez maior. Senti vergonha por isso, pois o próprio Robert vinha lutando com se pudesse sarar só com sua força de vontade. Tentara de tudo, de ciência a vodu, tudo menos rezar. Isso, pelo menos, eu poderia lhe fornecer em abundância. Rezei por ele incessantemente, uma oração desesperada. Não por sua vida, ninguém podia livrá-lo desse destino, mas para que ele tivesse força de suportar o insuportável.”

É um livro imprescindível a todos aqueles que cavam sua felicidade em meio a intempéries, solidificando sonhos, vivendo plenamente o amor. Patti construiu seu caminho e tem propriedade para falar sobre tudo isso. Leiam o livro, ouçam “Because the night”, parceria com Bruce Springsteen. Deleitem-se! Como diria Chico César: “o carneiro sacrificado morre, o amor morre, só a arte não”.

 Cortesia da Editora Companhia das Letras
Rodolfo Luiz Euflauzino
Ciumento por natureza, descobri-me por amor aos livros, então os tenho em alta conta. Revelam aquilo que está soterrado em meu subconsciente e por isso o escorpiano em mim vive em constante penitência, sem jamais se dar por vencido. Culpa dos livros!
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26.7.16

Ônix, Vol. 02 - Saga Lux [Jennifer L. Armentrout]

Saga Lux - Jennifer L. Armentrout
Ed. Valentina, 2016 - 415 páginas:
      Estar conectada a ele é uma droga! Graças ao seu abracadabra alienígena, Daemon está determinado a provar que o que sente por mim é mais do que um efeito colateral da nossa bizarra conexão. Em vista disso, fui obrigada a dar um “chega pra lá” nele, ainda que ultimamente nossa relação esteja... esquentando. Algo pior do que os Arum ronda a cidade. O Departamento de Defesa está aqui. Se eles descobrirem o que o Daemon pode fazer e que nós estamos conectados, vou me ferrar. Ele também. Além disso, tem um garoto novo na escola que, tal como a gente, guarda um segredo. Ele sabe o que aconteceu comigo e pode ajudar, mas, para fazer isso, preciso mentir para o Daemon e ficar longe dele. Como se isso fosse possível! Até que, de repente, tudo muda. Vi alguém que não deveria estar vivo. E tenho que contar ao Daemon, mesmo sabendo que ele não vai parar de investigar até descobrir toda a verdade. Ninguém é o que parece ser. E nem todo mundo irá sobreviver às mentiras.

Onde comprar:

Ônix é o segundo livro da saga Lux, que veio para conquistar o coração dos leitores mais jovens e de quebra de alguns leitores mais velhos, como eu. Gosto do estilo da autora, criando um clima de guerrinha entre os personagens principais, tornando os diálogos leves e divertidos, mas ao mesmo tempo inserindo emoção, romance e aventura na sua história.

"Servi um copo de suco, cansada demais para discutir aquele assunto com o Daemon. Ainda não tínhamos conseguido dominar a arte de conversar com educação."

Neste segundo volume, Katy já conhece os segredos de seu vizinho super gato, além de estar fisicamente e emocionalmente afetada por eles. Mas a garota é durona e não quer dar o braço a torcer que precisa da ajuda de Daemon para lhe proteger dos perigos ao qual foi envolvida ao se relacionar com seus novos vizinhos.

"Desde que me mudara para a cidade, eu não fora nada além de um problema para ele. Não só me tornara amiga de sua irmã, como fizera perguntas demais e quase acabara morta..."

Por isso, quando um novo aluno entra na sua escola e aparentemente começa a paquerar com Katy, ela quer dar uma chance para ele, a fim de tentar um relacionamento "normal".

"Blake tinha um tipo de personalidade semelhante a de Dee, o tipo que faz a gente se sentir confortável com eles. Bem diferente das farpas e alfinetadas que Daemon e eu vivíamos trocando, o que era ótimo."

É lógico que Blake acende um fogaréu de ciúmes em Daemon e aí nasce uma verdadeira implicância como o menino, além de uma grande desconfiança sobre suas verdadeiras intenções e, é lógico que Katy não dá ouvidos a elas, já que acredita que seu vizinho está somente se mordendo de ciúmes.

"-Deus do céu, adoro o modo como você não para de meter o bedelho na minha vida pessoal, mas não quer se envolver nela."

Isso mesmo, Daemon evita envolver Katy em seus problemas, já que eles acabam sempre colocando a vida da menina em risco, mas a vontade de protege-la e ficar perto dela é mais forte do que ele e assim os dois acabam sempre se metendo em muita confusão.


O livro tem muito mais do que somente briguinhas entre o casal principal (apesar de elas darem uma boa apimentada na história), a autora criou toda uma fantasia urbana em volta de uma raça alienígena, os Luxen, obrigados a se refugiarem na Terra depois que uma guerra destruiu o seu planeta de origem. Aqui eles vivem vigiados pelo departamento de defesa americano e também ameaçados por seus inimigos naturais, os Arum, uma raça também alienígena que se alimentam dos Luxen.

Ficou muito claro que Jennifer L. Armentrout sabe falar em uma linguagem jovem e consegue envolver seu leitor nessa mistura de romance, mistério e aventura. As capas dos livros também são muito bonitas e o acabamento e a diagramação estão perfeitos. Tudo isso misturado, torna a saga Lux um grande entretenimento para o público jovem.

Para ler a resenha do primeiro livro da série, clique sobra a capa:


 Cortesia da Editora Valentina
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Capixaba, leonina, analista de sistemas e mãe. Apaixonada por livros, sou uma leitora compulsiva e como o tempo é curto, leio em todo o lugar: esperando o elevador, dentro do ônibus, no salão de beleza... Ler é meu prazer e minha paixão!
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25.7.16

Star Wars: Darth Plagueis [James Luceno]

James Luceno
Ed. Aleph, 2016 - 433 páginas:
      Darth Plagueis, mais que qualquer lorde Sith antes dele, ansiava pelo poder absoluto. E de fato se torna capaz de desenvolver uma habilidade de força inimaginável: o controle da vida e da morte. Seu aprendiz Darth Sidious, ou Palpatine, aprende a dominar em segredo o lado sombrio da Força, enquanto aos olhos da galáxia procura seguir sua escalada de poder, alcançando postos cada vez mais altos na hierarquia do governo. Um deseja viver para sempre; o outro busca o controle político supremo. Juntos, eles poderão enfim destruir os Jedi e dominar a galáxia. A não ser que impiedosas tradições Sith fiquem em seu caminho...Em uma trama envolvente, com estudos do domínio da Força, golpes políticos, complexa diplomacia, assassinatos e lutas ambiciosas, James Luceno, um dos mais elogiados autores do Universo Expandido de STAR WARS, mostra como dois dos mais poderosos Sith definirão o destino da galáxia. 

Onde comprar:

Esta é mais uma história do universo LEGENDS, portanto, pode ou não fazer parte das histórias oficiais de Star Wars.

Ler a história de Darth Plagueis é ver toda a trajetória deste, que é o SITH que mudou a história do universo de Star Wars. Antes dele, como o próprio livro descreve, todos os Siths pensavam em dominar a galaxia e destruir a Ordem Jedi, através apenas da violência. Plagueis decidiu que, fazer as manobras políticas, por "baixo do pano", seria a melhor forma de tomar o poder.

Ao longo do caminho, ele encontra aquele que virá a ser o instrumento de todo o mal do universo Darth Sidius, mais conhecido com Senador Palpatine, que viria a ser conhecido como IMPERADOR. Realmente, foi muito surpreendente ler esse livro e ver essa história. Além desse ponto, explica a chegada de Darth Maul e a chegada de Darth Vader.

Outra coisa interessante deste livro é como Jedis e Siths são dois lados da mesma moeda. Explica que os Jedi são como "padres" que utilizam a Força, seguindo como quem segue o destino, sem alterar. Os Siths são descritos como "bruxos" que utilizam a Força, realmente para alcançar seus objetivos pessoais. Ler sobre isso é entender realmente como funciona o lado negro da Força.

Para os fãs de Star Wars, este livro é algo primordial para entender o lado escuro da Força. Para quem não conhece nada de Star Wars, conhecer o lado negro, é ver todas as histórias de um ponto de vista totalmente novo, pelo lado do mal.

A arte da capa é linda e mais uma vez, a editora Aleph merece parabéns pela obra. Recomendo mesmo a leitura!!

 Cortesia da Editora Aleph
Marcos Graminha
Marcos Graminha é leitor viciado em terror e vampiros. Conta com um acervo de mais de 1500 livros sobre esses assunto. Proprietário de um sebo na cidade de Vila Velha, dedica sua vida a desvendar os mistérios desses "filhos da noite". contato: marcos.graminha@gmail.com
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23.7.16

Lançamentos Harlequin - Julho 2016


A Harlequin preparou para vocês lindos romances para o mês de Julho:

  • Históricos Medieval: O Retorno Do Viking de Michelle Styles
  • Em Rainhas do Romance: Sintonia De Corações de Sherryl Woods
  • Jessica Minissérie: Os Irmãos Castelli de Caitlin Crews (2 histórias em um só livro)
  • Coleção Doce Romance: 2 histórias - Amor Raro e Começou Com Um Casamento... de Kate Hardy

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