Este é o meu terceiro livro lido da autora (ainda não li Três) e, mais uma vez, terminei a leitura com os olhos marejados (tendo que recorrer aos lencinhos) e com muitas reflexões, não é à toa que ela virou queridinha por aqui. Para minha surpresa, este foi o primeiro livro escrito pela Valérie, no entanto, foi lançado por aqui pela Intrínseca apenas agora, em 2026. E deu para perceber que a autora tem um dom e (para nossa alegria, mesmo em meio a lagrimas) sabe usá-lo muito bem desde sua estreia na literatura.
Em julho, aproveitei para tirar da estante várias séries antigas e finalizar algumas que já estavam em andamento. E, digamos que o saldo foi bem dividido: algumas foram boas surpresas, enquanto outras foram grandes decepções. 😅 Além das séries, consegui avançar no projeto dos 1001 Livros para Ler Antes de Morrer, com três leituras da lista. Uma delas foi uma releitura de O Poderoso Chefão, de Mario Puzo, que continua sendo um dos meus livros favoritos. ❤️
Entre competições intensas no gelo, reencontros inesperados e sentimentos que atravessam anos, Rivalidade Ardente, de Rachel Reid, é o tipo de livro que começa como um romance esportivo e termina se tornando uma experiência emocional inesquecível. Parte da série Game Changers, a obra combina rivalidade, desejo e crescimento pessoal em uma narrativa que vai muito além do cenário do hóquei.
Mais do que uma história de amor, este é um livro sobre identidade, pressão social e sobre a coragem necessária para viver sentimentos que muitas vezes parecem impossíveis em ambientes marcados por expectativas rígidas. E talvez seja justamente isso que torna a leitura tão envolvente.
Junho foi um mês super eclético por aqui! No meio da minha missão de esvaziar a estante, confesso que o ritmo acelerado às vezes dificulta saborear cada história como ela merece... mas ainda assim tive ótimas surpresas.
Os grandes destaques do mês:
Os grandes destaques do mês:
- As Peças Infernais (Cassandra Clare): Me surpreendi demais! Gostei tanto da trilogia que acabou superando Caraval (Stephanie Garber), que era o livro pelo qual eu estava mais ansiosa.
- O Caçador de Androides (Philip K. Dick): Estava com a expectativa lá no alto por ser um dos clássicos do projeto "1001 livros", mas adivinhem... esse foi um dos raros casos em que preferi o filme!
- O Sol é Para Todos (Harper Lee): Que leitura linda e sensível.
- Tudo Que a Gente Sempre Quis (Emily Giffin): Não esperava muito e acabei gostando demais!
- A Biblioteca da Meia-Noite (Matt Haig): O oposto... esperava tudo e achei um pouco clichê.
1917. Quando Hazel, uma tímida pianista, e James, um soldado que sonha em se tornar arquiteto, se conhecem, o mundo está imerso no horror da Primeira Guerra. Eles se conectam rápida e profundamente, mas logo são separados. Aubrey, um músico de ragtime, vê seu caminho cruzar com o de Colette, uma órfã belga com uma bela voz. 30 anos depois, Afrodite conta a história desses jovens para Hefesto, seu marido, e Ares, seu amante.
Assinar:
Postagens (Atom)
Tecnologia do Blogger.




