Em julho, aproveitei para tirar da estante várias séries antigas e finalizar algumas que já estavam em andamento. E, digamos que o saldo foi bem dividido: algumas foram boas surpresas, enquanto outras foram grandes decepções. 😅 Além das séries, consegui avançar no projeto dos 1001 Livros para Ler Antes de Morrer, com três leituras da lista. Uma delas foi uma releitura de O Poderoso Chefão, de Mario Puzo, que continua sendo um dos meus livros favoritos. ❤️
Entre competições intensas no gelo, reencontros inesperados e sentimentos que atravessam anos, Rivalidade Ardente, de Rachel Reid, é o tipo de livro que começa como um romance esportivo e termina se tornando uma experiência emocional inesquecível. Parte da série Game Changers, a obra combina rivalidade, desejo e crescimento pessoal em uma narrativa que vai muito além do cenário do hóquei.
Mais do que uma história de amor, este é um livro sobre identidade, pressão social e sobre a coragem necessária para viver sentimentos que muitas vezes parecem impossíveis em ambientes marcados por expectativas rígidas. E talvez seja justamente isso que torna a leitura tão envolvente.
Junho foi um mês super eclético por aqui! No meio da minha missão de esvaziar a estante, confesso que o ritmo acelerado às vezes dificulta saborear cada história como ela merece... mas ainda assim tive ótimas surpresas.
Os grandes destaques do mês:
Os grandes destaques do mês:
- As Peças Infernais (Cassandra Clare): Me surpreendi demais! Gostei tanto da trilogia que acabou superando Caraval (Stephanie Garber), que era o livro pelo qual eu estava mais ansiosa.
- O Caçador de Androides (Philip K. Dick): Estava com a expectativa lá no alto por ser um dos clássicos do projeto "1001 livros", mas adivinhem... esse foi um dos raros casos em que preferi o filme!
- O Sol é Para Todos (Harper Lee): Que leitura linda e sensível.
- Tudo Que a Gente Sempre Quis (Emily Giffin): Não esperava muito e acabei gostando demais!
- A Biblioteca da Meia-Noite (Matt Haig): O oposto... esperava tudo e achei um pouco clichê.
1917. Quando Hazel, uma tímida pianista, e James, um soldado que sonha em se tornar arquiteto, se conhecem, o mundo está imerso no horror da Primeira Guerra. Eles se conectam rápida e profundamente, mas logo são separados. Aubrey, um músico de ragtime, vê seu caminho cruzar com o de Colette, uma órfã belga com uma bela voz. 30 anos depois, Afrodite conta a história desses jovens para Hefesto, seu marido, e Ares, seu amante.
Durante anos, comprei muito mais livros do que conseguia ler. Além disso, ganhava vários por causa do blog e acabei acumulando um acervo enorme. Mesmo depois de fazer uma limpa e me desfazer de muitos, terminei o mês de maio com 314 livros na fila de leitura. Isso me impede de ler os lançamentos que quero de verdade, já que me sinto presa aos que estão na estante. E embora já tenha diminuído 141 livros desde o início do ano, parece que esse estoque não acaba nunca!
Para ajudar, as leituras de maio não trouxeram nenhum grande destaque: até tive experiências boas, mas nada que merecesse 5 estrelas.
Ainda assim, os melhores romances (e que salvaram o mês) foram:
🛍️ Samantha Sweet, Executiva do Lar (Sophie Kinsella): Na verdade, é mais uma comédia romântica deliciosa e super divertida, bem a cara da autora.
🧠 Sem Lógica para o Amor (Tracey Garvis Graves): Um livro mais sério e sensível, que trata das dificuldades de relacionamento de uma mulher no espectro autista.
Para ajudar, as leituras de maio não trouxeram nenhum grande destaque: até tive experiências boas, mas nada que merecesse 5 estrelas.
Ainda assim, os melhores romances (e que salvaram o mês) foram:
🛍️ Samantha Sweet, Executiva do Lar (Sophie Kinsella): Na verdade, é mais uma comédia romântica deliciosa e super divertida, bem a cara da autora.
🧠 Sem Lógica para o Amor (Tracey Garvis Graves): Um livro mais sério e sensível, que trata das dificuldades de relacionamento de uma mulher no espectro autista.
Em 2020, fiz uma postagem sobre uma lista do Goodreads com os “100 Historical Romances To Read Before You Die”. Como romance de época é um dos meus gêneros preferidos, transformei a lista em meta pessoal: ler os 100 primeiros.
Quando conferi, já tinha lido 51. 👀
Foi o suficiente para eu sair imediatamente em busca dos 43 que faltavam. O problema? A maioria ainda não tinha sido traduzida para o português. Ao longo desses seis anos, alguns finalmente foram publicados por aqui — e eu segui firme na missão. 📚✨
Fazendo o saldo atual, cheguei a 82 livros lidos! A maior parte dos que restam ainda não foi lançada no Brasil… mas pelo menos um deles já está na minha estante, só esperando a vez.
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