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17.3.11

O Conde de Monte Cristo [Alexandre Dumas]

Ed. Martin Claret, 1844
- 632 páginas:

Comprei este livro em 2 volumes, da coleção “A Obra-Prima de Cada Autor”, destinada a fornecer literatura de forma barata, uma iniciativa que deve ser mais seguida, pois livro é muito caro no Brasil, e ler além de uma grande diversão, é cultura. Escolhi este livro porque adorei o filme, além de Alexandre Dumas ser o autor de “Os três mosqueteiros”, que ainda não li, mas é um clássico.
O Conde de Monte Cristo não me decepcionou, adorei, apesar do final um pouco diferente do filme e muita mais machista. O livro tem o gênero literário capa e espada, que no século XIX conquistou suas verdadeiras características: o clima de aventuras e o herói cavalheiresco. A trama é bem elaborada, com um pouco de exageros, mas temos que levar em consideração a época. A linguagem também é um fator que dificulta a leitura de livros antigos.

Sinopse:

Ed. Martin Claret, 1844
600 páginas
O jovem capitão Edmond Dantés estava prestes a se casar com sua noiva Mercedes quando viu seu destino mudar completamente. Uma série de intrigas ocasionou sua prisão por quinze anos. Foram anos de amargura, tristeza, dificuldades e lutas. Ao sair da prisão, ainda precisou lutar muito para atingir seu objetivo; encontrar o tesouro de César Spada e procurar todos os responsáveis por sua tragédia para fazer justiça. Depois de muitas aventuras e emoções, Dantés aprendeu que a sabedoria humana se resume em duas palavras; confiar e esperar.
O romance constrói um suspense atrás do outro, numa seqüência de peripécias de tirar o fôlego - traições, denúncias anônimas, tesouros fabulosos, envenenamentos e vinganças.


comentários pelo facebook:

6 comentários em "O Conde de Monte Cristo [Alexandre Dumas]"

  1. Cara Gi, os livros da Martin Claret são realmente maravilhosos (só não gosto muito das capas, que acho meio toscas, apesar de saber que uma bela arte deve custar caro, portanto encareceriam o livro). Ela lança muitas obras completas de autores clássicos. Sempre digo que um clássico, por mais difícil que seja a leitura, deve ser lido e se possível relido e pesquisado, para saber mais sobre os costumes da época. É como ler Machado de Assis. Se quisermos entender o porquê de cada palavra devemos retornar no tempo, observar seus contemporâneos (no caso de Machado temos Balzac), verificar a política. Aí sim estaremos inseridos na obra e no linguajar próprio da época. Quero este livro em minha estante também!

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  2. Tentei ler, mas não consegui, é um livro cansativo e não aguentei a linguagem rsrs
    Um dia tento de novo, está na estante da minha mãe rs

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  3. Foi justamente por causa do filme que eu fui atrás do livro, mas eu li uma adaptação #cora. Eu não achei o original para ler ¬¬' pelo menos não na biblioteca...

    Alexandre Dumas é meu ídolo. Faz parte da lista dos meus autores favoritos =D

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  4. Sou apaixonada pele filme ,mas ainda não tive a oportunidade de ler o livro . Adorei a resenha ,mas o fato é que todos os livros antigos ( da obra de cada autor) tem esse porém da linguagem você quase tem que ler o livro com o dicionario do lado.

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  5. Amei o filme. Ainda não li o livro. Parabens pela resenha!!!

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