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12.12.17

Messias de Duna, Vol.02 – Série Crônicas de Duna [Frank Herbert]

Messias de Duna
Ed. Aleph, 2017 - 272 páginas
- "Doze anos se passaram desde que Paul Atreides ascendeu ao trono e acumulou os títulos de imperador e messias. Líder do maior império que a humanidade já viu, Paul está terrivelmente consciente do peso de suas decisões. Arrakis tornou-se o centro do Imperium, de onde os fremen se propagaram a fim de levar sua filosofia e forma de governar aos planetas por eles conquistados. Os inevitáveis conflitos gerados por essa expansão fazem importantes facções contrárias ao imperador reunirem forças para detê-lo. Uma grande disputa está prestes a ter início nos bastidores do poder, e apenas Muad’Dib pode decidir o destino de todos. Messias de Duna é o segundo volume da série criada por frank herbert. Ele revela um lado mais humano de seus personagens, além de aprofundar e estender o universo de Duna, aliando discussões políticas, filosóficas e religiosas à épica história de poder, vingança e redenção."

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O privilégio e o fardo de trazer consigo o destino do mundo

Paul Atreides (Imperador-Messias)
Passado mais de uma década da ascensão do infante Paul Atreides a Imperador de todo o universo, uma sombra começa a tomar forma nos bastidores do governo, uma conspiração envenenando pouco a pouco várias facções supostamente aliadas. Messias de Duna (Aleph, 272 páginas) é a continuação de Duna e nos traz a preparação e as consequências desta rebelião.

Paul Atreides, o Kwisatz Haderach das Bene Gesserit, o Muad’Dib dos fremen, é a união e solução genética profetizada e fortemente aguardada por todos. Porém, ninguém conseguiria subjugar alguém tão poderoso. Ele tornou-se Imperador e Messias e luta para tornar-se senhor de si mesmo e de seu destino.

“... Esse homem, que nasceu Paul Atreides numa antiga Família Maior, recebeu o profundo treinamento prana-bindu de lady Jéssica, sua mãe Bene Gesserit, e, portanto, possuía um controle soberbo dos músculos e dos nervos. Contudo, mais do que isso, ele era um Mentat, um intelecto cujas capacidades ultrapassavam as dos computadores mecânicos usados pelos antigos e proscritos pela religião.”

Santa Alia da Faca (irmã do Imperador)
Paul carrega um enorme peso sobre os ombros e sabe que para implantar seus ensinamentos e sua religião muito sangue foi derramado. Vive agora entre o determinismo e a liberdade.

Sabia de antemão que cada um de seus gestos, conduzido pela visão forjada pelo mélange (especiaria chave para seus poderes proféticos), detonaria um Jihad de proporções gigantescas e incontroláveis, uma guerra santa, sendo que sob sua égide se cometeriam e justificariam inúmeros crimes e massacres. Mas ele não teve escolha, era um presciente ao sabor do acaso. Agora quer se ver livre de tudo isso, mas a responsabilidade sobre seu povo não permite tal devaneio.

“Paul não conseguia falar. Sentiu que era consumido pela força bruta daquela primeira visão. Propósito terrível! Naquele momento, sua vida inteira era um galho abalado pela partida de um pássaro... e o pássaro era o acaso. Livre-arbítrio.”

Chani (concubina do Imperador)
Se antigamente o planeta Arrakis (Duna) era regido pela religião e costume dos fremen, atualmente tornou-se o centro do universo, morada do Imperador-Messias. A água, antes artigo raro, agora é farta. O domínio absoluto e irrestrito e o poder começam a prejudicar quem mais ganhava com as singularidades do deserto. Alterar o status quo de um planeta inteiro pode ter um preço alto demais, além de angariar vários inimigos. Seria possível corrigir tal fato?

“Pensou nos vendedores de água que tiveram o modo de vida deles destruído pela providência generosa de suas mãos. Odiavam-no. Ele assassinara o passado. E havia outros, até mesmo aqueles que lutavam pelos solaris para comprar a preciosa água, que o odiavam por ter mudado os velhos costumes...”

É um livro menor, porém mais complexo e filosófico que o anterior. Trata dos infortúnios a que estão fadados aqueles que têm o poder nas mãos. Pois, como diria Lord Acton: “o poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente”. As batalhas são travadas com palavras e não em campos abertos, são guerras verbais. Uma boa retórica faz mais estragos que a mais afiada espada.

Princesa Irulan (Imperatriz)
Um golpe de Estado está sendo tramado bem diante dos olhos de Paul Atreides. Várias raças se uniram para colocar fim aos seus domínios – Bene Gesserit; Bene Tleilaxu; Gilda Espacial (através de um de seus embaixadores, retratado na capa do livro dentro de um cubo repleto de gás alaranjado, o mélange, rodeado por figuras sinistras e encapuzadas); sua imperatriz, princesa Irulan; e até mesmo alguns dos fervorosos fremen –, decidiram engendrar um plano que colocaria em cheque todas as convicções do Imperador, levando-o a sua própria ruína. Paul poderia esmagar tal rebelião, mas o que isso poderia acarretar?

“Um provérbio das Bene Gesserit insinuou-se em sua mente: Usar de força bruta é tornar-se infinitamente vulnerável a forças maiores.”

Um Imperador frágil, vacilante em suas visões e com tentativas infrutíferas de gerar um herdeiro, terá suas fraquezas colocadas à prova. Ao seu lado estarão sua concubina e grande amor, Chani; seu amigo e braço direito Stilgar; e sua poderosa irmã Santa Alia da Faca, que também consegue prever os acontecimentos e carrega em seus genes toda linhagem antecessora das poderosas Bene Gesserit. Porém, as escolhas do Imperador-Messias poderão sacrificar a quem ele mais ama.
Scytale (Bene Tleilaxu)

“– Não se pode fundamentar a política no amor. As pessoas não se interessam pelo amor: é desordenado demais. Elas preferem o despotismo. O excesso de liberdade engendra o caos. Não podemos permitir isso, podemos? E como transformar o despotismo em algo que se possa amar?”

Thomas Hobbes já afirmava em sua célebre obra “O Contrato Social” que um soberano deveria se sobrepor sobre as outras pessoas a fim de evitar uma guerra de todos contra todos. Além de inúmeros questionamentos, tais como este citado, há também a discussão sobre um Estado laico.

Edric (embaixador da Guilda Espacial)

“– Vocês estão criando um paradoxo letal – Jéssica escrevera. – O governo não pode ser religioso e autoritário ao mesmo tempo. A experiência religiosa precisa de uma espontaneidade que as leis inevitavelmente suprimem. E não há como governar sem lei. Suas leis acabarão tendo de substituir a moralidade, substituir a consciência, substituir até mesmo a religião por meio da qual vocês imaginam governar. O ritual sagrado tem que brotar do louvor e dos anseios virtuosos que elaboram com grande esforço uma moralidade significativa. O governo, por outro lado, é um organismo cultural particularmente sedutor para dúvidas, questionamentos e controvérsias. Prevejo o dia em que a cerimônia terá de tomar o lugar da fé e o simbolismo substituirá a moralidade.”

Reverenda Madre Gaius Helen Mohiam (Bene Gesserit)
Não se assustem com tantas implicações filosóficas, porque não é só isso (é que gostamos tanto do assunto que ficamos divagando), o livro trata de poder, vingança e redenção. Não engrena de imediato, é preciso se adaptar à linguagem, mas assim que isso acontece é puro deleite.

Ao final do livro nos pegamos engasgados, chorando, totalmente envolvidos pelas desventuras e tragédias pessoais, ainda assim redimidos. Esta continuação foi aguardada e saboreada rapidamente. Há algo residual após a leitura que imaginamos ser uma vontade inquietante por mais e mais histórias de Duna. Continuo um náufrago levado pelo vento pelas terras áridas deste planeta peculiar. Ainda não estou saciado, quero mais, muito mais.

Clique na capa para ler a resenha do livro anterior:



Rodolfo Luiz Euflauzino
Ciumento por natureza, descobri-me por amor aos livros, então os tenho em alta conta. Revelam aquilo que está soterrado em meu subconsciente e por isso o escorpiano em mim vive em constante penitência, sem jamais se dar por vencido. Culpa dos livros!
Cortesia da Editora Aleph
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comentários pelo facebook:

36 comentários em "Messias de Duna, Vol.02 – Série Crônicas de Duna [Frank Herbert]"

  1. Confesso que tive que buscar a resenha do primeiro livro e não me arrependi por nenhum segundo. Sabe quando você lê a resenha e fica pensando: Onde li isso antes? Foi isso!!Quando aconteceu o primeiro livro eu fiquei encantada pela resenha, mas acabei deixando o livro na lista de desejados e nem havia me lembrado mais dele.
    Agora lendo a resenha do segundo livro foi que me lembrei. As capas são maravilhosas e mesmo não sendo tão fã de ficção científica, os livros trazem bem mais além do que apenas o romance ou os mundos diferentes,mas também conflitos e muita, muita história!
    Acabei vendo o filme adaptado do primeiro livro e pelo que li, nem faz jus à obra.rs
    Vai para a lista de desejados com certeza e espero poder conferir em breve!
    Beijo

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    1. querida, que coisa mais gostosa de se ler. esta obra vai além da FC, é um tratado sobre a vida e nosso papel no grande universo cósmico. o filme ficou aquém mesmo, para a época era difícil de se reproduzir, mas já ventilam um novo filme. leia também e volte pra gente prosear mais. bjos

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  2. Olá, além de uma belíssima capa, essa obra aparenta contar com um enredo extremamente bem construído, além da caracterização bem feita dos personagens. Pela resenha vejo que ação não falta na obra e o universo densamente rico criado pelo autor surpreende. Beijos.

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    1. caro Alison, há uma gama tão grande de assuntos abordados que taxar esta obra de FC seria minimalista demais. o primeiro livro tem mais ação, o segundo mais filosofia, agora parto para o terceiro livro cheio de expectativas. é ver pra crer. abs

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  3. Já ouvi muito sobre esse livro em um grupo de leitores no facebook,mas confesso não me interessei,não é o tipo de leitura qu eu gosto

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    1. que pena cara Paola, partamos para outras leituras então. obrigado.

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  4. Que bom que a continuação não decepciona Rodolfo e mesmo esse sendo um livro mais curto e com a ação realizada de forma mais articulada, através de um golpe de estado, o livro envolve e mais uma vez encanta o leitor. Resenha tão boa quanto a primeira e o livro parece ser tão bom quanto seu antecessor, o que é super positivo. E mais uma vez as imagens se encaixaram perfeitamente na resenha ;)

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    1. cara Lili, na verdade é um gosto bem pessoal, sei de muitas pessoas que não gostaram tanto assim do segundo livro por ter muitas questões filosóficas, mas é uma praia que me agrada bastante. leia também e obrigado de coração. bjos

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  5. Rodolfo!
    Como sabe não li ainda Duna e menos ainda esse, mas fico divagando nas suas explanações sobre a filosofia que o livro traz, em tantos questionamentos feitos pelo próprio protagonista, afinal ele está na luta para tornar-se senhor de si mesmo e de seu destino, embora tenha grande responsabilidade.
    E todo o jogo de poder envolvido, as artimanhas que envolvem o poder e no final a redenção... uau! que interessante.
    Parabéns por mais essa resenha fabulosa.
    Desejo uma ótima semana!
    “ Bendita seja a data que une a todo mundo numa conspiração de amor.” (Hamilton Wright Mabi)
    cheirinhos
    Rudy
    TOP COMENTARISTA dezembro 3 livros + 2 Kits papelaria, 4 ganhadores, participem!

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    1. cara Rudynha, fiquei encantado com as tantas explanações que foram sendo atiradas a todo momento, não era apenas o poder pelo poder, mas as consequências de quem o tem. há quem diga que em um capítulo de Duna há mais indagações que um livro das Crônicas do Gelo e do Fogo. não entro neste mérito, afinal não iniciei a leitura de George R.R.Martin, mas isso nos põe a pensar né? bjos

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  6. Oi, Rodolfo. Apesar do livro ser bem avaliado por diversos leitores, tenho um gosto diferente, pois não gosto de livros com indagações filosóficas.

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    1. cara Daiane, não tem problema, há um universo de livros para nos deliciarmos né? obrigado e bjos

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  7. Caro rodolfo, mais um livro de série para deixar vc sedento pela continuação.
    Fiquei pensando aqui em como vc fez uma observação importante sobre o lado da autoridade, de quem está com o poder nas mãos e pode decidir o destino de toda a nação, ou aqui, no caso, do planeta, angariando desafetos. Para quem está do lado de cá (do povo, de quem sente a pressão vindo "de cima"), talvez seja mais fácil reclamar, se inconformar, bradar contra o sistema. É bem a nossa posição e o que temos vivido nos últimos anos. Essa versão do todo-poderoso, do imperador que seja, de suas decisões e de como atinge diferentes camadas e pensamentos, imagino que seja uma boa sacada do autor para contrapor os lados, deixar que o leitor se coloque em diferentes posições e, quem sabe, veja o quão difícil é gerir e o quão impossível agradar... Sei lá, tô especulando aqui pq estou completamente por fora da trama. Que, por sinal, muito lhe inspirou para citar pensadores... Adoro esses links que vc faz!

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    1. cara Manuh, ando me viciando neste universo de duna. o primeiro e o segundo livro são tão diferentes que parecem desconexos, como se fossem escritos por autores distintos. mas não é assim, são complementares, aliás os 3 livros foram escritos de uma só vez. o poder, assim como a maldade são temas cruciais em minha formação como leitor e como pessoa, vivo procurando mais e mais, entre filósofos, escritores e idosos, instruções de como lidar com indivíduos que detêm tanto um quanto o outro. e não chego a conclusão alguma, no final sempre me deparo com as reações simples, inocentes e muitas vezes cruéis das crianças.
      estamos enterrados até o pescoço no tal "sistema", vivenciamos o dia a dia da política, os desmandos, a canalhice, a roubalheira. eles têm certeza que vivem em um outro mundo que não o nosso, por isso não se preocupam conosco, protegem um ao outro. estamos ilhados, isolados e sozinhos não teremos voz, infelizmente. bom... lá vamos nós no desabafo.
      duna é aventura, mas também filosofia, religião, política e ecologia, um caldeirão bem ao gosto tupiniquim. não estamos longe do que acontece no livro. somos um povo sempre à espera de eleger um salvador que quando eleito recebe de nós mesmos paus e pedras. eita mundo complexo e inexplicável este nosso.
      bjos querida e obrigado sempre, sei que este tipo de leitura não lhe encanta aos olhos, mas aguardo ansioso por suas palavras.

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  8. Olá Rodolfo! Quem não conhece a história e não leu o livro anterior como eu foi difícil entender um pouco a resenha pelos termos usados na série. Gostei bastante da ideia de colocar a imagem dos personagens, assim fica mais fácil de imagina-los. Percebi que é uma trama bem filosófica mesmo, o que dá um toque original a obra. Não faz muito o meu estilo de leitura, mas quem sabe um dia eu dê uma chance. Beijos

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    1. cara Aline, me perdoe por isso, realmente é complicado fazer resenhas de continuações, o risco de um spoiler é grande. então me ative nas questões relevantes do livro sem revelar nada do que aconteceu no primeiro. dê uma chance ao primeiro livro da saga e perceberá o quão relevante ele é para a FC. bjos

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  9. Interessante esse livro, por ser mais filosófico tem que ser lido com mais atenção e deixa o leitor pensativo sobre o que esta acontecendo, achei legal ter água farta, mas pena que terá consequências pelo visto, a leitura deve ser bem empolgante depois que se acostuma e com tantos acontecimentos assim.

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    1. cara Maria, eu poderia dizer que uma certa bagagem seria útil para se aproveitar a leitura em sua totalidade, mas pode ser lido como uma aventura de FC, sem perda do brilho. a chegada da água é que ela corta os privilégios daqueles que se locupletavam com a falta dela (qualquer semelhança com a realidade atual não é mera coincidência). a leitura da saga em seu todo é mais que empolgante, é obrigatória, assim como todo clássico o é. bjos

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  10. Olá!
    Interessante esse livro, me deixou bem curiosa como fiquei com a primeira resenha, deixa o leitor com uma ansiedade e curiosidade sobre a historia que é contada nele. Não sei se leria mas quem sabe em breve.

    Meu Blog:
    Tempos Literários

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    1. cara Lily, a curiosidade é aquela pulguinha que fica atrás da orelha nos incomodando, rs. acho que você acabará lendo sim, rs. bjos

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  11. Oi Rodolfo!
    Ouvi tanto falar dessa série e nunca tinha lido resenhas dela acredita?
    Eu adorei conhecer mais sobre, confesso que já depositei mtas e mtas expectativas nela viu, sua resenha só tem pontos positivos o que me animou ainda mais a ler...
    Bjs!!

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    1. cara Aline, isso acontece muito com os clássicos, talvez por apavorar a maioria que queira comentar sobre eles e ache que não irá alcançar a capacidade necessária. não me julgo especialista na matéria, principalmente no campo filosófico (sou apenas curioso). espero ter conseguido passar o pouco daquilo que senti. leia também e volte pra gente prosear mais. bjos

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  12. Eu não conhecia esta série Crônicas de Duna, mas este segundo livro parece ter uma história bem complexa, não costumo muito ler livros com este estilo de história, com implicações filosóficas, e sobre poder, vingança, e outros assuntos, que bom que acaba se tornando uma história envolvente pra o leitor, quem sabe futuramente eu leia esta série.

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    1. cara Mariele, dê uma chance a esta saga, ela irá surpreendê-la. bjos

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  13. Oi Rodolfo.
    Eu confesso que boiei um pouco no começo do livro, todavia ainda assim achei a premissa bem interessante, eu adorei as imagens e achei todos muitos bonitos, eu adoro que o livro tem um teor meio filosófico, enfim, vou dar uma pesquisada a respeito.
    Bjs.

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    1. cara Marlene, é que este já é o segundo livro da saga, se puder dê uma olhada na primeira resenha ela irá complementar o panorama, ficará mais fácil de compreender, a saga é belíssima. bjos

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  14. Oi Rodolfo,
    Gostei das ilustrações que você trouxe na resenha,Santa Alia da Faca está bem misteriosa nesses traços.
    "Usar de força bruta é tornar-se infinitamente vulnerável a forças maiores.”, boa reflexão~

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    1. cara Helen, é uma saga que nos faz refletir o tempo todo. é também bastante gráfica, por isso as ilustrações seguem juntas, para que dê ao futuro leitor um gostinho do que vem pela frete. bjos

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  15. Oi, Rodolfo!!
    Gostei muito de ler a resenha desse segundo livros da série Crônicas de Duna, lembro que quando li a resenha do primeiro livro fiquei apaixonada pela a estória e ainda estou muito interessada!! E a editora está de parabéns pois essas edições estão lindas demais!! Linda resenha!!
    Bjoss

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    1. cara Marta, esta saga é um clássico que serviu de inspiração pra muito autor de sucesso da atualidade. a aleph arrebentou na edição e já aguardo ansioso o terceiro livro. obrigado queridaaaaaa. bjos

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  16. Olá! Fiquei mais empolgada ainda para ler esse livro, o primeiro já tinha chamado minha atenção, e o segundo parece ser tão incrível quanto, já esta marcadíssimo para ser uma das minhas primeiras leituras em 2018, espero me adaptar rapidamente a sua linguagem.

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    1. cara Elizate, que bom que consegui passar o pouco do muito que senti sobre estes dois primeiros livros. o primeiro livro é completamente diferente do segundo, eles se completam. leia também e volte pra gente prosear um pouco mais. bjos

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  17. Eu tenho a impressão que livros Sci-fi não são pra mim. Eu não consigo me prender aos livros do Herbert, Asimov, K.Dick e do C.Clark. A linguagem deles, a maneira de escrever, pra mim é muito parado e enfadonho. Eu li Messias de Duna, demorei mas li. O Universo é fantástico, mas eu sinto o livro arrastado demais, com um meio “pesado” e demorado para chegar num fim interessante.

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    1. Ycaro, dos que você citou o autor mais complicado é Dick, é uma viagem estranho, muito hermético. mas todos os outros são leitura divertida, talvez os livros que você tenha lido sejam realmente complexos. "messias de duna" é no mínimo diferente do primeiro e possa causar certa estranheza. de qualquer forma é questão de gosto. então bora procurar por livros que nos traga felicidade não é mesmo?

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  18. Olá Rodolfo ;)
    Fiquei meio perdida na resenha, por não ter lido o primeiro livro acredito. Gostei dos seus comentários, deu pra ver que você gostou bastante do livro e da escrita do autor!
    Não acho que o livro seja a "minha praia", mas talvez um dia eu dê uma chance à história. E que legal essas figuras com as artes dos personagens, adoro ler e ver desenhos assim, como se eles ganhassem vida *-*
    Abç

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    1. cara Isabela, é difícil falar de um segundo livro sem dar spoiler do primeiro, por isso fica um pouco vago mesmo. este segundo livro é tão diferente do primeiro que parece de autores diferentes, rs. mesmo não sendo sua praia espero que d~e uma oportunidade a este autor. bjos

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