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6.4.17

[Bookserie] Engenharia Reversa: Parte XXX - Trovões da Guerra

André Luis Almeida Barreto


Engenharia Reversa


Parte XXX - Trovões da Guerra


Após incontáveis degraus de uma escadaria que parecia não ter fim, Maestro, Bel e Davi chegam ao último andar da torre. Escoltados por um pequeno exército liderado pelo coronel Fabrício, eles são colocados diante de uma porta de metal escovado, encrustada em uma parede que parece ser feita de lentes e câmeras. Além da porta, da quantidade absurda de câmeras, e de uma pequena báscula no teto por onde entra uma fraca corrente de ar, a antessala não possui mais nada. O grupo de soldados ocupa por completo a área, deixando os prisioneiros bem de frente para a porta. Subitamente, algumas lentes começam a se mover, girando no próprio eixo, e deixando os prisioneiros em alerta; então raios vermelhos são projetos através delas, acertando o corpo de Bel e a assustando, mas logo ela descobre que são apenas luzes, algum tipo de escâner. Segundos depois o exame termina, e um ranger de engrenagens é ouvido. O metal escovado se divide em dois, escancarando a porta e revelando uma sala repleta de luminosidade.

- Andando - ordena o coronel Fabrício.

Com os canos das armas quase tocando suas costas, os três prisioneiros são empurrados para o novo ambiente. Janelas por todos os lados deixam o salão quadrado repleto de luz, e logo embaixo das vidraças, máquinas estranhas dividem espaço com antigos terminais de computador. Poucos técnicos operam os terminais, e eles parecem não notar a presença da comitiva. Os prisioneiros dão uma boa olhada naqueles computadores antigos, mas apesar de quantidade, não são nem um pouco impressionantes. Porém, o que se revela no centro da sala capta totalmente a atenção: uma estranha estrutura de metal em forma de caixa que se projeta do chão. Sobre ela, emaranhados de fios e tubos de plástico negro se conectam em três peças retangulares de metal, que lembram troncos sem braços; e sobre cada uma delas existe uma cabeça humana. Nenhuma possui cabelos ou qualquer outro pelo facial, estão murchas e finas, como frutas secas, e dezenas de pequenos quadrados de metal residem nas testas. As criaturas são dois homens e uma mulher, e é ela que está de frente para o grupo.

Os prisioneiros são forçados pelos guardas a se ajoelharem e prontamente obedecem, abismados pela visão medonha. Dê súbito, o coronel Fabrício dá um passo à frente, enquanto a maioria de seus homens assume uma postura de respeito, abaixando o olhar e descansando as armas, apenas os mais próximos dos cativos continuam em alerta.

- Excelência, venerável salvadora e mantenedora da ordem e da lei em Nova Esperança, eis aqui o incrível androide que resistiu a um tiro a queima-roupa e se regenerou por completo! Uma imitação perfeita de um ser humano - diz com pompa o coronel Fabrício, frente a criatura feminina.

A regente permanece imóvel por alguns instantes, então, luzes azuis começam a piscar em seu corpo de metal, que vibra lentamente, e sua pele, antes pálida e sem vida, vai ganhando tons amarelados. Bel e Davi sentem um frio na barriga, e os soldados parecem não ficar atrás, aparentando desconforto. Somente Maestro e o coronel exibem tranquilidade. Então o deletador se concentra e acessa seu CND, estabelecendo um link de comunicação.

"Bel, você já conseguiu invadir esses sistemas? Não temos tempo para interrogatórios e não podemos esperar pelo Samuel. Precisamos encontrar uma vantagem, e rápido! Agora, se não me engano, aqueles quadrinhos na cabeça dela são CND's!"

"Eu já tava quase te chamando. E sim, são mesmo CND's, mas não estão plenamente funcionais, só estão servindo como células de energia - ela pensa em contar a Maestro de onde eles saíram, mas resolve deixar para outra hora. - Em relação aos sistemas, são todos interligados por redes sem fio, de arquiteturas bem antigas. Já tenho acesso. Encontrei um computador central por onde todos os dados da cidade passam. Mas não achei nada que se ligue a essas criaturas. Maestro, mesmo que possamos controlar os sistemas, o que vamos fazer em relação aos soldados, ao exército lá fora? Nenhum veículo militar está conectado à rede!"

"Isso é verdade, Bel. Mas teremos que achar um jeito, não podemos morrer aqui."

Um rangido mecânico e ritmado invade o ar ganhando volume. Progressivamente ele vai ficando mais rápido, como um motor acelerando. Pequenas explosões ocorrem ao lado dos troncos metálicos, lançando jatos de fumaça no ar, então, com um forte estrondo, o corpo da regente começa a se mover, projetando-se para fora da base. Braços que lembram patas de insetos saem do tronco, que se mostra bem maior do que aparentava. Logo um corpanzil de metal se balança no ar, ele lembra algo como uma centopeia, e começa a se flexionar na direção de Bel, que instintivamente joga o corpo para trás, sendo impedida pelo soldado que a vigia.

A regente abre seus olhos, que não passam de duas esferas brancas e leitosas; sua cabeça, antes murcha e bulbosa, agora apresenta um aspecto bem mais próximo do saudável. Veias no pescoço começam a pulsar, e o rangido ritmado se converte em batidas, batidas de um grande coração oculto dentro do maquinário.

- Puta que pariu! - grita Davi, que é prontamente atingido por uma coronhada desferida pelo soldado ao seu lado.

A regente encara Bel, a estudando com uma curiosidade quase infantil. Por fim, ela se aproxima bem da prisioneira, fitando cada detalhe do corpo da biocomputador, então, num movimento brusco suspende o tronco, elevando-se acima de todos e pousando um olhar altivo sobre Bel Yagami.

- Eu sou Sharem, primeira regente de Nova Esperança, mantenedora da lei e da ordem. Você, que respira mas não está viva, o que é você?

Um calafrio percorre o corpo de Bel, gerando uma semente de medo e a fazendo tremer por alguns segundos. Porém, logo o medo se esvai e ela é tomada por uma autoconfiança energizante.

- Eu sou um ser vivo, Sharem. Não sou uma máquina como você.

A regente flexiona novamente o tronco, envolvendo Bel como uma jiboia monstruosa, a examinando dos pés a cabeça, para então parar ao lado da orelha dela:

- Alma autêntica não existe em seu corpo. Não há força vital, seus padrões são estranhos, nem de gente, nem de máquina. Ainda assim, você tem carne, batimentos emulados, reações que simulam sentimentos, pele que pode ser ferida - Sharem estica um de seus braços metálicos cuja a ponta é fina como um ferrão, tocando o ombro de Bel -, repito, o que é você?

O coronel Fabrício se irrita, aproxima-se da prisioneira como se fosse agredi-la.

- Vamos, responda de uma vez a pergunta da venerável Sharem!

Maestro olha com ira para o coronel, acompanhado por Davi. Bel encara a criatura.

- Eu sou o que chamam de EBC, nasci de outro como eu. Sou uma nova espécie fruto da engenharia biodigital.

Sharem se retrai, arregala os olhos leitosos e seu rosto amarelo exibe perplexão e desconfiança.

- Nova espécie? Biodigital? Iludida você foi. Só o Criador tem o poder de forjar espécies e provê-las de inteligência! Obra dos homens corruptos que controlam o mundo, é isso que você é! E se existem mais do seu tipo, então são uma ameaça. Mas, se tu chegou até aqui, logo uma vantagem nos foi dada. Desmantelada e estudada você será, e seus segredos vamos aprender! Assim ficaremos livres desses corpos mecânicos e vamos voltar a andar entre nosso povo! A ordem ao Corpo de Ciência já foi dada, para o Laboratório Central eles devem ser levados.

- Não! Vocês não vão tocar em um fio de cabelo dela, seus animais carniceiros - grita Maestro, em ira.

- Cale a boca, forasteiro de merda - o coronel acerta um cruzado no rosto do prisioneiro, fazendo-o atingir o chão. Bel tenta se levantar e correr até ele, mas é impedida.

O deletador se apoia nos braços e fecha um punho, preparando-se para revidar, porém, no último segundo, um sinal inesperado invade suas retinas, um sinal que o faz congelar por um instante. "Amanda está se aproximando!" Bel olha para Maestro com apreensão, recebendo a mensagem em segundos, Davi, vendo a expressão no rosto dos dois, entende que algo ruim aconteceu.

- E o que faremos com esses dois, venerável Sharem - pergunta o coronel Fabrício, quase deixando escapar um sorriso.

- Removam todos os implantes, usem os corpos para a produção de adubo.

- Assim será feito, regente. Vocês, de pé, Agora!

Bel, Davi e Maestro permanecem ajoelhados e tensos. Então os soldados tomam atitude, colocando os prisioneiros de pé com brutalidade. Sharem começa a se retrair, seu rosto empalidecendo, mas, repentinamente, o som estridente de uma sirene de alerta a impede de voltar ao repouso. Os soldados cessam a movimentação, e o coronel Fabrício corre desesperado para um dos computadores. Ao mesmo tempo, um dos técnicos corre na direção da regente, controlando-se para não entrar em pânico:

- Venerável, sentinelas reportam o avistamento de estranhos objetos em forma de esferas. Foram vistos por toda a cidade e se concentraram nas garagens e sobre nossas tropas. E os guardas do portão principal confirmaram que uma aeronave desconhecida está se aproximando em alta velocidade!

O corpo da regente se expande novamente, como se uma descarga de energia o percorresse.

- Todas as unidades dos batalhões do dia, interceptar e destruir a nave invasora - a voz de Sharem ganha potência e reverbera nas vidraças.

O batimento mecânico fica mais forte, e logo os outros dois regentes começam a ganhar vida, flexionando seus corpos de metal e crescendo.

***

O objeto negro se aproxima da grande muralha. Abaixo dele, na fila de veículos formada para entrar na cidade, as pessoas se agitam ao verem o vulto cortando o céu, a sombra passando sobre suas cabeças. Muitos voltam para dentro de seus veículos e alguns strikers começam a dar meia volta, saindo da estrada e acelerando sobre o terreno. Os guardas no acostamento tentam organizar os veículos e manter a ordem, mas o tumulto é inevitável, só restando aos militares abandonarem seus postos e correrem em direção à muralha. Sirenes disparam ao longo da fortificação, gerando mais e mais caos. O grande portão começa a se fechar, enquanto vários soldados atiram nos veículos próximos a ele, os forçando a dar meia volta. Sobre a fortificação, dezenas de canhões são ativados e giram em seus eixos, apontando para a nave que está cada vez mais perto.

Atrás da muralha, dispersas ao longo dos bairros em postes enferrujados, as sirenes de alerta a muito não utilizadas começam a gritar. O som estridente e carregado acerta em cheio a população, despertando as pessoas do sono e enchendo-as de medo. Os poucos que já transitavam pelas ruas correm de volta para suas casas. Então o primeiro estampido grave e seco ecoa pelo ar, sendo seguido por mais um e outro, os canhões na muralha disparam em sequência, criando uma sinfonia de trovões. As ondas sonoras invadem todos os pontos da cidade, e a população, indefesa, apenas especula imaginando o que está acontecendo. As ruas são tomadas por soldados em disparada, seguidos por veículos blindados que rebocam peças de artilharia. Eles se dirigem para a grande cratera, o imenso terminal de transportes.

Na frente da muralha, uma nuvem de explosões se forma no céu, resultado da massiva carga de artilharia. Os canhões param de atirar, os líderes das brigadas observam a nuvem se dissipar, olham para o chão, procurando por destroços da nave invasora, torcendo para que a ameaça tenha sido neutralizada, porém, o vulto negro irrompe em meio a poeira, aparentemente ileso. Os militares entram em desespero. Aturdidos, os homens se atrapalham para recarregar seus canhões, rodam manivelas e ativam engrenagens, afim de ajustar as armas para nova salva de tiros. Mais grupos de soldados surgem, portando lançadores de foguetes e bazucas, rapidamente se posicionam, observam o inimigo com um misto de medo e curiosidade, um oficial grita uma ordem e os granadeiros abrem fogo.

O Fantasma já está praticamente em cima dos soldados, cruzando a muralha. Os projéteis o atingem em cheio, explodindo na fuselagem. A cada impacto o corpo da nave brilha por alguns segundos, revelando um escudo de energia. Então, círculos luminosos se acendem no entorno do invasor, irradiando uma luz vermelha. Pressentindo o perigo, os soldados abandonam suas posições, mesmo sob advertências de seus superiores. O inimigo está parado no ar, exatamente no meio da larga passarela que corre em cima da muralha. Os círculos brilhantes atingem uma coloração branca. Alguns poucos homens ainda tentam operar os canhões, numa ação desesperada para atirar primeiro. Feixes de raios vermelhos cortam o céu, produzindo um som estridente. Os raios atingem em cheio as peças de artilharia, partindo-as ao meio. Continuam seu caminho de destruição até as torres de vigília, dilacerando o concreto e despedaçando os soldados que não conseguiram escapar a tempo. Focos de incêndio surgem nas torres, rapidamente se espalhando. Em desespero, muitos homens se lançam da muralha, preferindo o suicídio a serem carbonizados pelas armas do inimigo.

As torres em chamas despencam, levando junto pedaços de concreto, soldados e artilharias. A grande fortificação treme e é tomada por rachaduras, começando a ruir em várias partes; um som pavoroso se sobressai quando a primeira torre atinge o chão, levantando uma parede de fumaça e detritos.

O Fantasma continua atirando contra a muralha, mas inicia o movimento, indo em direção a cratera garagem, seu corpo negro lembra um grande inseto intimidador. Ele acelera, chega a cratera e começa a descer, planando devagar. A nuvem de poeira chega até a cidade, envolvendo as tropas de defesa.

- Eu vou sair daqui! Abram já esse portão de merda! - os gritos de Samuel saem pelo fone de ouvido do operador.

- Senhor, estamos sob ataque! Nenhum veículo tem permissão de deixar Nova Esperança, é perigoso demais - responde o operador.

- Não quero nem saber!

O Lobo do Deserto acelera. Mecânicos se lançam no chão para salvar suas vidas e o grande striker arrebenta o portão de contenção, avançando pela estrada de terra.

- Maestro, me desculpe, mas a situação ficou muito complicada, minha vida não tem preço!

O veículo ganha tração, subindo a estrada em caracol com cada vez mais velocidade, Samuel sorri, sentindo que o perigo vai ficar para trás. Então, subitamente um feixe de raio vermelho atinge o Lobo do Deserto, partindo-o em dois. A parte de trás capota e cai da estrada, rolando ladeira abaixo. A cabine perde o controle, ziguezagueia e atinge o paradão de terra. O corte feito pelo laser brilha como brasa, na dianteira, uma fumaça branca sai das rachaduras no metal.

O Fantasma se aproxima, posicionando-se bem em cima do que restou do Lobo do Deserto. Uma comporta se abre na parte de baixo de nave, dois ciborgues saltam por ela, atingindo o chão com um estampido. Eles rapidamente correm para o Lobo, entrando na carcaça com armas em punho. Lá dentro, Samuel se arrasta com o rosto arrebentado, deixando um rastro de sangue por onde passa, em uma das mãos ele leva sua escopeta, apenas um dos olhos ainda lhe é útil.

- Onde está Bel Yagami ? - a voz de Amanda sai dos alto-falantes instalados em RX1-R.

O velho piloto se apoia como pode, faz mira, puxa o gatilho; a bala recocheteia no peito do androide. RX2-J avança, pisa sobre a mão que segura a arma e a amassa, provocando um grito pavoroso.

- Mais uma vez. Onde está Bel Yagami? Diga e você pode viver.

Então RX2-J pisa nas costas do piloto e encosta o cano de sua arma na cabeça do homem. Com dificuldade, Samuel move sua mão que sobrou, enfiando-a dentro da jaqueta. Ele geme, então puxa o braço, exibindo um pequeno dispositivo com um led vemelho e piscante.

- Você nunca vai encontrá-la, sua miserável, porque vou te mandar para o inferno! - grita Samuel com suas últimas forças.

- RX2-J... - o comando de Amanda é interrompido. Uma bola de fogo surge no local onde a parte dianteira do Lobo do Deserto estava. A onda de choque desestabiliza o Fantasma, forçando Amanda a adotar manobras evasivas, porém, as chamas atingem o casco. Centenas de alertas piscam nos monitores, o campo de energia não resiste, e vários danos são infringidos contra a fuselagem.

Amanda enverga o corpo da nave para cima, acelera, e a lança para fora da cratera, que agora é um poço de fogo e fumaça. Entretanto, assim que consegue estabilizar o veículo, uma chuva de projéteis, raios e foguetes atingem o Fantasma. Ela olha assustada para os sensores, que indicam a presença de dezenas de blindados de combate, robôs de ataque e mais de mil soldados armados com lançadores de foguetes e armas de grosso calibre. As turbinas começam a falhar e rachaduras são detectadas, vários sistemas apontam danos críticos. A nave perde altitude, incapacitada de executar manobras evasivas. Amanda arfa, neutraliza a raiva e acelera os pensamentos; então ela mira no batalhão lá em baixo, descendo em alta velocidade. Ativa a mira automática. Guiando-se pelos sistemas eletrônicos que ainda funcionam, fica cada vez mais perto da tropa. As explosões se tornam mais agressivas, e partes do Fantasma se desprendem do casco, caindo em chamas.

Trezentos metros para atingir o solo. Amanda dispara todas as armas. Apenas metade dos geradores de raios funciona, mas os disparos atingem com perfeição os alvos em terra, cortando ao meio tanques e robôs, forçando os soldados a cessarem fogo e a correr para procurar abrigo. Dez metros para atingir o solo. Amanda solta o cinto de segurança e corre para a traseira da nave, abre a comporta inferior e se lança para fora. O Fantasma atinge uma brigada de tanques. O impacto provoca uma explosão titânica, atingindo todas as outras tropas na proximidade, levantando uma torre de chamas e fumaça por mais de trinta metros. O som da explosão reverbera por toda Nova Esperança, como um trovão vindo diretamente do inferno. No Ninho do Gavião, os regentes parecem não acreditar na imagem que se forma diante de seus olhos.


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André Luis Almeida Barreto
Aspirante a escritor, inquieto por natureza, ainda tenho vontade de mudar o mundo ou pelo menos colocar um monte de gente para pensar. Viciado em livros, games, idéias loucas e sempre procurando coisas que desafiem minha imaginação.

25 comentários em "[Bookserie] Engenharia Reversa: Parte XXX - Trovões da Guerra"

  1. Oi André.
    Você tem realmente muito talento para escrita, capitulo bem intrigante esse hem, parabéns desejo muito sucesso para você.
    Bjs.

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  2. É o segundo capitulo que leio, esse esta cheio de ação e muitos conflitos, parece ser uma historia muito boa, já fiquei imaginando cenas de um filme.

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    1. Pois é, quem me dera isso virasse filme! Obrigado!

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  3. Oi André!
    Fui lendo os trechos como se eu estivesse naquela nave...Que ansiedade pra saber mais..
    Parabéns!!!
    Bjs

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  4. Respostas
    1. Callebe, muito grato pelo comentário, obrigado!

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  5. Continua assim porque eu acho que você tem muito futuro. Vou até procurar os outros capítulos pra poder acompanhar a história na integra. Obrigada demais por esses post.

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    1. Tomara! Valeu, Rissia!Eu que agradeço!

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  6. Eita André!
    Nesse capítulo tivemos de tudo um pouco, hein?
    Surpresa, pequenas lutas e ainda um ataque inesperado a procura de Bel, está ficando cada vez melhor.
    Parabéns!
    Desejo um ótimo final de semana!
    “ O amor é a sabedoria dos loucos e a loucura dos sábios.” (Samuel Johnson)
    cheirinhos
    Rudy
    http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/
    TOP COMENTARISTA ABRIL especial de aniversário, serão 6 ganhadores, não fique de fora!

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    1. Muito agradecido, Rudy! Cada vez mais perto do final. Abraços.

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  7. Olá, André!!
    Quanta coisa aconteceu nesse capítulo, quero descobrir o final dessa história logo!!
    Continue postando sobre esse livro, por favor!!
    Abraço!

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  8. Só depois de ler metade da história foi que me toquei de que não era uma resenha, mas sim uma história. ahsudhaudhau
    Fiquei um pouco perdida por não ter lido as partes anteriores, mas já deu pra notar o quão bem foi escrita a história. Vou ler as outras partes e tentar acompanha a Bookserie.

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  9. Oi André,
    Capítulo cheio de surpresas e muito bem escrito.
    Pense em lança-lo pois realmente sua escrita flui bastante para quem lê.
    Beijos

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    1. Obrigado, Aichha. Se alguma editora se interessar quem sabe. Beijos.

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  10. Olá, André
    Cada capitulo mas perfeito que os outros e deixando com mais ansiedade para o proximo...e tão bom ler e ainda mais cada conflito que aparece!

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  11. Oi André, tudo bem?
    Eu ainda preciso arrumar um tempinho para ler os primeiros capítulos. Parece ser muito bom *-*
    Beijos
    Quanto Mais Livros Melhor

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    1. O pessoal tem curtido! Obrigado, Priscila, beijos.

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  12. Oi André.
    Eu só comecei a ler, por motivos que eu amei e preciso ler desde o início. Parabéns pela escrita.
    Bjs.

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    1. Obrigado, Letícia. Se ler o resto volte aqui e me diga o que achou! Bjs.

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  13. Oi André,
    Adoro histórias bem desenvolvidas onde o autor se preocupa com todos os detalhes ao descrever uma cena, como por exemplo, se o ambiente em que se encontram os personagens tem luz natural ou se tem uma corrente de ar, pois essas observações me ajudam a entrar na história e quase sinto o mesmo que eles. Não tenho acompanhado desde o começo seu trabalho, mas senti muita tensão ao acompanhar Bel, Davi e Maestro sendo guiados para seu destino. Coronel Fabrício me intrigou e sua postura fria dá um pouco de medo. Apesar de a história ir para uma lado mais de ficção científica (que é um gênero que pouco conheço), gostei da proposta e estou ansiosa para dar continuidade. Parabéns pelo seu trabalho e muito sucesso.

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  14. Olá!!! Esse mês está sendo corrido para mim, mas finalmente consegui ler este capítulo...e que capítulo hein, ansiosa pela conclusão desta história, parabéns!

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  15. Amanda sempre chegando com estilo, hein?! rsrs Curiosa para saber o que mais ela vai aprontar no próximo capítulo!

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