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29.1.20

[Bookserie] Engenharia Reversa: Parte XLIX - Sangue e Cromo


Engenharia Reversa

Parte XLIX - Sangue e Cromo

O exército robótico avança sobre as ruínas de Vila Dourada. Ele ruma para o leste, e rapidamente deixa os restos da cidade para trás. Vista do céu, a força avassaladora assemelha-se a uma mancha prateada, como mercúrio movendo-se sobre uma superfície plana. Liderando a tropa, um grupo menor de robôs segue na vanguarda, tendo à frente a general Soraya em seu titânico corpo aracnoide. Ela está rodeada por seus oficiais, igualmente poderosos, porém construídos em estruturas humanoides com mais de três metros de altura.

Soraya envia uma ordem, e em resposta, dois milhões de robôs separam-se da força principal e rumam para o norte, na direção do vilarejo rebelde conhecido como Vila do Guerreiro. A general acompanha a manobra até a tropa sumir de vista, então, ela volta seus sistemas para o grande objetivo: Delta, a cidade escondida.

***

Atrás do escudo de invisibilidade, Amanda observa o imenso planalto que parece não ter fim. Manchas coloridas de pura energia dançam na superfície do domo, dando ares psicodélicos a paisagem desolada do lado fora.

Então, ela olha para o seu próprio corpo, sentindo a armadura feita inteiramente de placas de tarlina, o metal sintético que é a fonte da riqueza de Delta, e que também pode ser sua ruína. Se o mineral for tão bom quanto dizem, Amanda pensa, então ela poderá eliminar muitos inimigos antes de ser abatida. É melhor morrer em combate do que apodrecer no deserto, de certo.

Do alto da fortaleza móvel, ela contempla as milhares de tropas organizadas em batalhões, dispostas ao longo do escudo de energia. Outras dez fortalezas similares, posicionadas em pontos estratégicos ao longo da muralha, abrigam os outros centros de comando do exército. Atrás das tropas, os imponentes portões da cidade ajudam a elevar a mora, criando um clima de confiança.

Subitamente, um sinal chega aos seus sensores da ciborgue, e em resposta, uma pequena tela virtual surge diante de seus olhos. O frame parece flutuar no ar, e logo o sinal revela-se uma confirmação, que ela prontamente aceita. Agora, Amanda tem acesso em tempo real a todas as unidades do exército de Delta.

Um diagnóstico é executado nos soldados, e o resultado não deixa a Rainha de Fogo nem um pouco feliz. Ela abre um canal de comunicação:

- Tem algo errado com nossas tropas. Por acaso vocês ministraram alguma droga inibidora de estresse ?

- Não. Não usamos drogas por aqui, muito menos em soldados. Tudo está perfeitamente dentro dos padrões - responde Anteros.

- Então porque eles estão tão calmos? Isso não é normal em situações como esta.

- Você deve estar abismada com os dados biológicos, certo? Não se preocupe, é apenas o mikkyô, uma técnica de meditação milenar que nos ajuda a aceitar uma possível morte em batalha.

Amanda franze a testa.

- Nano-drogas inteligentes seriam mais eficientes. Eles estariam calmos, porém com a adrenalina perfeitamente calibrada para o combate e a vitória.

Do outro lado do canal, Anteros esboça um pequeno sorriso.

- Você ainda vai levar algum tempo para entender os nossos costumes. Não acreditamos em estimulantes sintéticos, implantes cibernéticos, ou coisas do tipo; acreditamos na plenitude da alma.

- Muito bem, que seja. Basta que eles lutem bem, e sigam as minhas ordens.

Bem distante dali, no Palácio do Governo dentro da sala comunal, um grande monitor tático transmite em tempo real uma imagem tridimensional de Delta e das regiões ao redor da cidade. Um pequeno ponto vermelho aparece na parte de cima de tela, então outro, e em seguida centenas deles, e finalmente milhares. Todos os concelheiros se levantam de seus lugares, alarmados. Um dos técnicos corre até um painel na parede e digita um código numérico, instantes depois, sirenes são ativadas pela cidade.

Pelos monitores, o Concelho Comunal acompanha a força policial orientando a população para os abrigos subterrâneos, muito próximos das minas de tarlina. Enquanto isso, na tela que monitora o exército inimigo, os pontos vermelhos se transformam uma mancha que circunda toda a cidade.

Víridia, vestida em preto em contra-ponto a todos os outros, está imersa em seus próprios pensamentos, alheia a tensão crescente. Borislav, um dos concelheiros mais antigos e respeitados, aproxima-se dela com uma expressão inquisidora:

- São seis milhões de robôs de combate, concelheira. E você ainda acredita que nosso exército terá alguma chance?

Após alguns minutos estudando a fisionomia de Borislav, Víridia responde:

- Acredito, sim, concelheiro. Mas talvez, essa não seja uma luta somente deles.

- O que quer dizer com isso?

- Quero dizer que nós temos duas opções aqui: ou ir para os abrigos, ou pegar em armas e se juntar ao nosso exército.

O ancião, surpreendido, começa a se afastar de Víridia, contudo, todos os presentes na sala olham para ela, calados.

O Exército Brasiliano assume uma configuração de cerco, com os robôs de infantaria movendo-se para a vanguarda enquanto a artilharia pesada posiciona-se na retaguarda. A general Soraya, à frente de tropa, envia uma ordem especial ao grupamento de engenharia, e em resposta, um pequeno grupo de robôs de aparência esférica, move-se para um ponto no meio do exército. Rapidamente, eles se abrem revelando hexágonos de energia que pulsam intensos, irradiando um brilho alaranjado. Outros robôs se aproximam, gigantes de seis pernas e corpos semelhantes a lagartas, que se posicionam sobre os esferoides e, com um rangido ritmado, se abrem e curvam-se, projetando de seus corpos imensos canhões.

Os colossais canhões iniciam reações atômicas internas, que por fim produzem ogivas de energia. Um depois do outro, eles disparam. Os projeteis cruzam o céu em direção a um planalto seco e sem vida, mas antes de atingirem o chão, explodem a cem metros de altura, criando pequenos sóis que duram milésimos de segundos. Quando os clarões desaparecem, uma imensa redoma de energia é revelada. Novos disparos ecoam pelo serrado, e a segunda bateria de ogivas atinge a redoma com mais força, desintegrando-a por completo e expondo uma imensa cidade murada, e rente a muralha, centenas de milhares de soldados.

Todos os robôs recebem a ordem de avançar, e com o deslocamento, um tremor é sentido por toda a planície até a cidade, mas as tropas defensoras permanecem inertes, inabaladas. Como um enxame, o Exército brasileiro cerca Delta por todos os lados.

A frente da tropas, Amanda respira fundo. Ela cerra os punhos e olha para a imensidão de homens e mulheres que forma a infantaria, surpreendendo-se pela postura da tropa.

Então, as primeiras levas dos invasores surgem a cerca de oitocentos metros da muralha. Drones batedores enviam para Amanda e o comando de Delta a posição do inimigo, cada vez mais perto. Todos os generais confirmam que estão prontos para atacar, apenas aguardando pela ordem. Amanda checa em seu visor a distância que os separa dos robôs. Então, quando os sensores informam que os inimigos estão a trezentos metros, a ordem é enviada:

- Granadeiros, atacar.

Os soldados nas primeiras fileiras dão espaço, e por entre eles passam homens e mulheres vestidos em armaduras leves e portando armas de vários canos. Os granadeiros percorrem vinte metros, posicionam-se, e então disparam seus lançadores. Rastros de fumaça verde cortam o ar, e milhares de explosões atingem as tropas brasilianas. Blindagens são destruídas e esqueletos cromados são consumidos por chamas esverdeadas, milhões de robôs tombam ao redor de Delta, contudo, milésimos de segundos antes da destruição de seus corpos, suas almas digitais são enviadas para grandes máquinas na retaguarda do exército, e assim que a primeira leva de almas chega, linhas de montagem são iniciadas. Novos corpos robóticos são criados rapidamente e preenchidos com as almas dos que que tombaram minutos antes. Em pouco tempo, batalhões inteiros são recriados e enviados ao front.

Bem distante dali, na fortaleza móvel próxima aos portões de Delta, Amanda e Anteros observam a parede de fogo provocada pelo ataque dos granadeiros, que parece ter barrado o avanço do inimigo. Anteros checa o relatório do ataque, então vira-se para Amanda com um ar de preocupação:

- A munição está acabando. Temos que tirá-los de lá e recarregar os lançadores.

A Rainha de Fogo não responde. Ela amplia seu sensores, tentando ver além das chamas, porém interferências eletrotônicas a impedem.

- Anteros, eu vou atacar, temos que aproveitar que eles pararam e tentar chegar até os líderes, enquanto isso, você coordenada a retirada dos granadeiros.

- Entendido.

Enquanto o comandante deltiano envia ordens para os batalhões de granadeiros e corre para fora da fortaleza, escoltado por soldados de elite, Amanda muda a frequência de seu comunicador, passando para o comando da infantaria. Ela respira fundo, salta da muralha, e dá a ordem que os outros generais estão esperando:

- Todos os batalhões, atacar imediatamente.

Lâminas afiadas brotam dos braços da Rainha de Fogo, e ela se lança em uma corrida contra a parede de fogo, seguida pelos milhares de soldados da infantaria. Rapidamente, as tropas passam pelas chamas e se deparam com montes de robôs destruídos. Quando os soldados atravessam os montes, percebem que as forças inimigas estão inteiramente paradas, como se estivessem esperando por eles. Surpresos, Amanda e seus soldados estancam.

- General Amanda, o que eles estão esperando? - diz um comandante pelo comunicador.

- A morte. Atacar! Todas as unidades, fogo de cobertura!

Sem hesitar, os batalhões abrem fogo criando um tecido de lasers verdes que percorrer rapidamente o terreno entre os dois exércitos. Milhares de robôs são atingidos, explodindo em pedaços de metal e enchendo o chão de cromo derretido e circuitos flamejantes. Amanda avança, seguida por duas unidades de soldados de elite, que como ela, usam lâminas de tarlina como se fossem espadas de samurais.

Então, as pupilas da Rainha de Fogo se dilatam quando ela vê, vindo em sua direção, uma horda de feras robóticas semelhantes aos antigos felinos africanos, e atrás deles, imensos robôs bípedes de seis braços. Atrás dela, ao verem a imensa quantidade de inimigos, todos os soldados da infantaria sacam suas baionetas a avançam.

- Por delta! - gritam trezentos mil.

Os dois exércitos se chocam no meio do campo de batalha. Sangue verte sobre o serrado, fluído de máquina jorra de veias sintéticas. Espadas de tarlina cortam o cromo e o metal, e dentes dourados rasgam armaduras verdes. A cada golpe dos colossais robôs, dezenas de soldados humanos são despedaçados. Em poucos minutos, o campo de batalha se transforma num inferno na Terra. Os gritos de dor e morte ecoam pelo céu; mais e mais soldados robóticos de surgem por todos os lados. Humanos são esmagados, dilacerados, caçados. Envolta no sangue de seus companheiros, a Rainha de Fogo dá a ordem derradeira:

- Recuar! Todas as unidades, recuar para a muralha!

Agora não existe mais uma batalha, apenas o caos. As tropas deltianas sobreviventes correm por suas vidas, mas são caçadas pelas feras robóticas que, mais rápidas e fortes, partem soldados ao meio enquanto avançam.

Em poucos instantes, resta apenas o grupo de Amanda, que consegue chegar até os portões da fortaleza móvel principal, aos pés do imenso portão de Delta. Uma chuva de bombas, disparada de dentro da fortificação, atinge em cheio os robôs perseguidores, dando tempo para os sobreviventes entrarem na fortaleza. Anteros e seus granadeiros correm para fora e atiram mais uma vez contra os robôs, enquanto outros soldados ajudam os feridos. Depois que todos conseguem entrar, Amanda estanca e se vira para o inimigo.

Um grupo de robôs de infantaria surge rente as feras destruídas. Com mais de quatro de metros de altura, e armados com lançadores de foguetes, eles cercam a fortaleza móvel. Então, começam a atirar.

Amanda empreende uma corrida contra o primeiro dos robôs artilheiros, e atrás dela, a fortaleza móvel se transforma em uma bola de fogo. A onda de choque a joga no chão, aos pés de um brasiliano.

- Anteros! - grita a Rainha de Fogo.

O imenso robô ergue uma perna, e segundos antes de ser esmagada, Amanda gira para a direita e golpeia a junta mecânica do inimigo. O gigante perde o equilíbrio e cai, tendo em seguida sua cabeça perfurada por uma lâmina de tarlina.

A Rainha de Fogo está cercada. Os artilheiros a tem sob mira. Ela escolhe um e se lance sobre ele. A cinco metros de distância do colosso de metal, Amanda salta, e em pleno ar, desfere um golpe certeiro contra o peito do robô, abrindo suas entranhas eletrônicas. Enquanto a imensa besta cai, a ciborgue já está atacando o próximo alvo.

Rápida e mortal, Amanda dilacera as pernas de um robô e se lança contra o que está ao lado, escalando-o e perfurando seu cérebro positrônico, então, ela salta enquanto a cabeça cibernética explode e o corpo desaba.

Apoiada no chão, ela arfa. Seus sistemas estão no limite, a armadura está rachada em várias partes, e uma das lâminas foi danificada. Amanda olha ao redor: mais e mais inimigos correm em sua direção. De feras mecânicas a tanques com moto-serras, de gigantes artilheiros a robôs de aparência demoníaca, que flutuam sobre o chão. Ela está cercada. Então, uma voz surge em seus ouvidos:

- Amanda, corra para o portão! Corra!

De cima da muralha, bombas são lançadas sobre os inimigos que circulam a Rainha de Fogo. Instintivamente, ela dispara em direção ao imenso portão, que se abre apenas o suficiente. Uma tempestade de morteiros atinge os robôs ao longo da muralha, fazendo-os retroceder em meio a explosões caóticas.

Ao entrar na cidade, ela chaga à Praça da Conquista, onde uma multidão de cidadãos armados abrem espaço. Velhos e jovens, mulheres e homens, adolescentes, saúdam a Rainha de Fogo. No final do corredor de gente, está Víridia, vestida em uma armadura esmeralda que lembra as formas de um inseto, e ao lado da concelheira, Davi segura um rifle com um brilho no olhar.

Amanda aproxima-se, cansada, surpreendida. Víridia sorri para ela.

- Obrigada, você deu tudo que tinha por Delta.

- E Anteros, ele sobreviveu?

Víridia olha para o chão, desolada. Logo volta a falar:

- O estimado general Anteros Castelo lutou até o fim, como um verdadeiro deltiano, e estou aqui para assegurar que sua morte não foi em vão.

- Mas toda essa gente, todas essas pessoas vão morrer!

- Amanda, não vamos fugir, não vamos entregar nossa cidade e nossas riquezas para esses tiranos.

- Escute-a, Amanda, ela tem um plano - diz Davi.

- Eu preciso que você siga para o nosso abrigo, nas minas. E caso os invasores cheguem até lá, Davi vai destruir a cidade inteira, com as minhas junto - diz Víridia.

As duas se encaram, e Amanda parece estar em dúvidas. Então, fortes explosões arrebentam a muralha ao redor da cidade. O população se agita, e muitos retrocedem, mas a maioria se mantém firme.

- Rainha de Fogo, não temos muito tempo.

Após alguns minutos, com um gesto firme Amanda confirma, e Víridia a abraça. Então, a concelheira sinaliza para um grupo de soldados de elite, que prontamente se aproximam.

- Escoltem-nos para o abrigo, agora vocês estão sob o comando dela - diz Víridia.

Ladeados pelos soldados, Amanda e Davi são embarcados em um pequeno veículo que rapidamente deixa a praça. Enquanto estão se movendo, eles escutam uma forte explosão e olham para trás: o portão de Delta foi destruído, e sobre os escombros, um imenso robô de corpo aracnídeo, feito em aço brilhante e cromo enegrecido, adentra a cidade de forma ameaçadora.

Por todos os lados surgem batalhões do Exército Brasiliano, e muitos dos robôs são novos em folha, recém chegados à batalha. E eles avançam pelas ruas, parques, e jardins, porém, são surpreendidos ao encontrarem a população organizada em um grande círculo e fortemente armada. Os líderes checam as novas ordens: prender os civis e evitar destruir a estrutura urbana, reagir de forma não letal caso ocorrem ataques. Mas os robôs não esperavam encontrar o povo armado, e por isso estancam, aguardando pelas ordens dos oficiais.

Na Praça da Conquista, Víridia desembainha uma espada curva de lâmina negra, e a aponta para o céu. A lâmina começa a vibrar, produzindo um som agudo e crescente, que desaparece quando ela atinge uma forma opaca. Então, a concelheira aponta sua arma para a aranha robótica, e em todas as partes da cidade, o povo grita em uníssono, para em seguida lançar-se contra o exército invasor.

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12 comentários em "[Bookserie] Engenharia Reversa: Parte XLIX - Sangue e Cromo"

  1. Nossa!!!Como eu estava com saudade de Víridia e sua turma!!! Confesso que tive que dar uma lida no capítulo anterior, pois fazia bem tempo que não tinha mais lembranças de como havia terminado o capítulo.rs
    Mas pelo que li acima, o ritmo continua alucinante e nesse batalha, o caos reinou. Mas...eu penso que estamos perto do fim!!!
    Amei!
    Beijo

    Angela Cunha Gabriel/Rubro Rosa/O Vazio na Flor

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  2. Fico imaginando essa história finalizada, o quanto será frenética e empolgante.
    Esse capítulo está sensacional! Muito bem escrito, e dá para sentir a inteligência e a criatividade que há na sua escrita.

    Beijos

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  3. Nossa, muito bacana!! Amei a história, adorei Víridia e sua turma. Quero muito saber qual vai ser o final dessa história. Ansiosa pelos próximos capítulos!!

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  4. Que saudade dessa história! Como faz falta essa turma e suas aventuras.
    Víridia sempre me surpreendendo

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  5. André!
    Fiquei daqui imaginando essa quantidade imensa de robôs invandindo tudo, e ainda seno controlaos a distÂncia, muita tecnologia.
    Muitas reviravoltas e surpresas, hein?
    Parabéns por mai um capítulo.
    cheirinhos
    Rudy

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  6. Olá André!
    Finalmente a grande batalha acontece. Estou pasma com a tecnologia e artilharia pesada dos exércitos. Fiquei triste por Anteros não ter sobrevivido mas adorei que os conselheiros se juntaram à batalha para ajudar no combata ao inimigo. Algo me diz que ainda teremos muitas mortes nos próximos capítulos.
    Beijos

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  7. Olá!
    Uau, estava estranhado de não ver mais um capitulo. Fiquei um pouco perdida do inicio mas adorei muito a trama. Estou bem curiosa pela continuação!

    Meu blog:
    Tempos Literários

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  8. Oi, André
    Que batalha, hein!
    O ritmo continua maravilhosa, um escrita que empolga mesmo.
    Já tava com saudades de ler!
    bjs e parabéns!

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  9. Oi, André!!
    Adorei o capitulo fiquei imaginando esse cena em um filme, sem dúvida seria uma cena digna de osca!!
    Bjs

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  10. Olá! Eita que em meio a tantas batalhas, vamos perder alguns de nossos personagens queridos hein, torcendo para que de tudo certo para Amanda e para o povo de Delta

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  11. Por ter ficado tanto tempo afastada do blog como eu fiquei esses últimos meses eu acabei me perdendo nos Capítulos de engenharia reversa e preciso urgentemente voltar a reler a história porque sinceramente ela sumiu da minha cabeça

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  12. Puxa, ja li varias resenhas desse livro, mas nada me despertou para ler, mesmo sendo interessante não é meu estilo. Talvez futuramente eu leia.

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